segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Apresentação do Autor - PEDRO BARROS

Irmãos e amigos !

Os poemas que apresento neste opúsculo, não têm outro propósito a não ser o de louvor.

Se a larva sofre metamorfoses constantes até transformar-se em linda e débil borboleta, por que então, o espírito que é a alma, não se transformaria, na certeza de alcaçar o galardão que nos prometeu o Cristo Jesus ?

O espírito cresce na fé, porque a fé é a esperança abstrata, concreta da eternidade. É o firme fundamento no que haverá de ser e o é.

Creio nesta bandeira que tremula ao vento suave, incitando-nos a olhar para o alto, para o infinito estado do Tudo, onte está a Vida Eterna, a direita do Criador. Aqueles que seguem pelos caminhos metafíficos de uma existência plena, são as ovelhas remidas do rebanho de almas que verão o Pai, Criador dos Céus e da Terra e quando o Filho retornar à esta, seremos levados à Sua augusta presença e o louvaremos no zênite de Sua Glória.

Aos que me lêem, rogo ao Senhor que derrame chuvas de bençãos e graças. Amém.

Pedro Barros
Dezembro de 1.978

APRESENTAÇÃO - Jairo Stutz

Uns lêem para sentir, outros sentem para ler.
Tanto um quanto outro, são tipos contemplativos: buscam na leitura esporádica um meio para sensibilizar-se por algo, ou estando já sensibilizado, usam a leitura para alimentar seu estado emocional abalado: fossa.

Um tereciro grupo faz da leitura um processo de acrescentamento ou acumulação de conhecimentos - que operam no desenvolvimento do caráter, lustram a inteligência e consolidam a personalidade: sente o que lê, não lê para sentir; enquanto lê é capaz de sentir e não por que sente lê. É o grupo objetivo.

Quem lê mescla-se ao sentimento de quem escreve para extrair de su'alma tudo o que ela sentiu. Estou certo que pertenço a esse grupo, por isso, ao ler " Pela Glória do Senhor" senti um agradável prazer de envolvência, estando presentes ás situações criadas pelo poeta, sobretudo na vibração sublime dos versos do "POEMA AO DEUS VIVO" que transfunde para minha alma os encantamentos vividos pela alma do poeta, Além do dom de versejar, só que goza de comunhão com o Criador - DEUS - pode tirar das veras da alma os matizes da poesia infinita e revelar um pouco da beleza do lado de lá.

O Espírito inspira, O Filho revela e o Pai Criador aprova, e o poeta escreve.
A obra fica sublime e completa.
JAIRO STUTZ
Londrina 1º de dezembro de 1978